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Posts Etiquetados ‘superficialidade’

A internet e o processo de (in)decisão – A busca pelo querer

Desde semana passada que venho lendo em sites, blogs e em algumas redes sociais, severas críticas ao comportamento e ao impreciso”futuro”da geração Y.

O tom dessas críticas e reflexões vem sempre carregadas da problemática da falta de comprometimento, da velocidade do “querer” dos que fazem parte dessa geração, e do medo das organizações de contratarem jovens que “supostamente”não sabem valorizar o ambiente organizacional, assim como a cultura e a “velocidade”de acontecimentos e promoções que nela se dão.

Fazer parte da geração Y é estar conectado (ou não) ao mundo digital, às oportunidades que a rede proporciona em se tratando de tecnologia, conteúdo (ou a falta de), relacionamentos à longa distância e a todas as disparidades que se tornam ainda mais perceptíveis quando o assunto é o acesso à todos esses meios e oportunidades.

O processo de decisão de compra e a influência de determinadas marcas, organizações e produtos ao público mudou – não existe mais a desconfiança, existe a confiança de se conseguir algo melhor ou diferente. O consumidor se tornou pesquisador, evangelizador, inovador e disseminador do seu próprio “querer”.

Produtos cada dia mais singulares procuram atingir uma pluralidade consciente de inovação, qualidade e novas perspectivas que estão agregadas à marca/produto (responsabilidade ambiental, social, entre outros). A internet é o grande palco para essa transformação entre choque do antigo com o inovador, da comunicação de massa para com a comunicação dirigida e focada – e os públicos desses embates acabam sendo as próprias organizações e seus departamentos de comunicação, que devem estar atentos à essas mudanças e ao “querer”do consumidor – o novo consumidor.

Não acredito na superficialidade da geração Y. Acredito sim na superficialidade do que se fala da geração Y e do que se espera de uma geração que ainda nem cresceu e já estão decretando seu fim.

Assim como a comunicação, um processo e uma mudança está acontecendo tanto nos hábitos quanto no poder de compra da população mundial – observamos o exemplo brasileiro e sua constante mudança na pirâmide de classes em se tratando de poder de compra.

O diferente é possível, a singularidade é a novidade e a geração Y só ganha com isso.

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Superficialidade e comodidade

Essa semana tive algumas boas conversas com amigos aqui da faculdade. O fato de estarmos em recesso não impediu que algumas pessoas voltassem a Bauru para desfrutar da vida universitária e dos amigos que aqui temos. Foi numa mesa de bar, que pude pensar e ver que alguns destes amigos compartilham da mesma idéia que eu, no que diz respeito ao nosso futuro.

Olhando alguns exemplos, notamos que o futuro realmente somos nós que escolhemos – assim como a acomodação e a conformidade com um mundo que supostamente se faz ÓTIMO, são consequências não só de nossa criação; mas de um futuro que aprendemos a traçar desde o início na universidade.

Claro que as idéias e as curvas sempre aparecem, ou somem de um planejamento que fazemos – mas a comodidade e superficialidade se tornam imperceptíveis quando acreditamos que o mundo está e se faz somente no que nos rodeia, e não enxergamos alto e além do que podemos ver.

Agradeço por ter amigos que enxergam longe, e que mesmo com dificuldades sabem que a comodidade, simplismo e superficialidade não fazem parte de nosso dicionário.

Próximo baldinho de cerveja, por favor !

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