MUDANÇA DE BLOG

Olá pessoal!

Ano novo, novos rumos e novas perspectivas. Agora que sou um profissional e formado em Relações Públicas, decidi deixar o WordPress e partir para um blog um pouco mais sério e com mais responsabilidades. A partir de agora, posto e publico meus pensamentos, opiniões e dicas de comunicação no http://www.fabioprocopio.com

Espero que continuem me acompanhando. Conheça meu novo blog:

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Grupo EBX estreia plataforma digital

O Grupo EBX, do empresário Eike Batista, estreia hoje uma nova plataforma de Internet. As realizações do grupo, que está investindo R$ 27 bilhões entre 2010 e 2012, nos setores de petróleo, logística, energia, mineração e indústria offshore no País, são apresentadas numa plataforma eletrônica, multimídia e aberta a todos.

O site do empresário ( www.eikebatista.com.br ) traz informações sobre suas realizações nas áreas socioambientais, de educação e cultura, empreendimentos e visão de futuro. A página apresenta ainda a Visão 360⁰,  trajetória pessoal,  conceitos de empreendedorismo e acervo digital, com palestras e entrevistas.

Já o hotsite Descubra a EBX (www.descubraebx.com.br) tem conteúdo qualificado sobre as cinco companhias do grupo: OGX (petróleo e gás), MPX (energia), LLX (logística), MMX (mineração) e OSX (indústria offshore).  Entre os temas abordados, destacam-se  o histórico de realizações do grupo, os conceitos de gestão do empresário Eike Batista, iniciativas em infraestrutura e recursos naturais,.

Além dos dois sites, o grupo lança um canal customizado no YouTube, o maior site de vídeos do mundo. O brand channel (http://www.youtube.com/grupoebx) traz diversas entrevistas do empresário Eike Batista e vídeos sobre os empreendimentos do grupo, além de palestras ministradas por Eike.

Os três sites vão funcionar de modo integrado ao twitter do empresário Eike Batista, no endereço (www.twitter.com/@eikebatista), que já possui mais de 226 mil seguidores.

*Release enviado pela Agência Ideal

 

Entenda RP – Projeto retoma campanha da ABRP de 1982

Hoje apresento aqui no blog, um projeto que está nascendo, porém com muito planejamento e foco e faz parte do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de uma amiga da minha sala – Rebecca Meimaridis.

Antes de falar do projeto em si, é impossível não citar a garra e a força de vontade dessa garota, que nos seus 20 e poucos anos de idade é exemplo de perseverança, atitude e muito trabalho para poder conseguir seus objetivos. Rebecca vende trufas, cozinha, dá aulas particulares de inglês, é noiva (vai se casar no próximo ano) e ainda freqüenta 2 festas por ano na faculdade..rsrs

O projeto idealizado por Rebecca chama-se “Entenda RP” e é a retomada de uma campanha organizada pela ABRP no ano de 1982 que desejava valorizar e propagar a profissão, conceitos e funções do RP.  Eu particularmente achei o projeto interessante, justamente por este fato da “retomada” de uma campanha que já foi feita, há quase duas décadas atrás e por uma associação da profissão, a ABRP.

O projeto conta com perfis nas plataformas online como o twitter  e facebook – além do blog que concentrará os textos, pesquisas e divulgações principais do projeto.

Conheça agora mesmo. Entenda RP!

Blog: www.entendarp.wordpress.com

Twitter: www.twitter.com/entendarp

Facebookhttp://www.facebook.com/pages/Entenda-RP/168146729881519

 

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Marca, divulgação, propagação, estratégias. Tempo!

Muito se discute a respeito de estratégias de comunicação, planos de marketing, pontos de venda, diversas mídias e participação e construção do público na construção de um novo conceito de comunicação participativa.

Se de um lado existe um alto crescimento de participação do público em mídias sociais, em redes sociais e na produção de conteúdo, por outro lado cada dia mais aumenta o número de empresas e marcas que aderem a este novo contexto para levar informação, promoções, e também conteúdo para seus clientes e potenciais.

O que venho refletir um pouco é a questão do tempo. Por mais que dizem por aí que são 8 horas para trabalho, 8 horas para o descanso e 8 horas para entretenimento e investimento pessoal – será que as marcas estão pensando no consumidor como um ser humano que recebe “bombardeio” de informações a cada segundo? Será que as organizações já pensaram em uma maneira diferente de atingir e conquistar sem incomodar?

O internauta é 24/7 consumidor? O fato de ele estar presente em uma plataforma online, responde o fato da necessidade dele consumir? Em que publico pensamos quando traçamos estratégias de comunicação e divulgação das marcas e produtos?

O que mais tenho visto são pessoas cansadas. Cansadas do excesso de informações, cansadas de se sentirem “perseguidas” pelas marcas através de e-mail, telefone, cartas, Orkut, twitter, facebook, formspring, entre outros.

Não podemos fugir e esquecer da idéia de que é quase impossível fugir dessa presença das marcas nas mídias sociais, eu inclusive defendo essa participação de perto com o consumidor. Porém, acho que essa é a grande “sacada” do marketing em tempos de velocidade de propagação de informação – entender o tempo do cliente, o tempo necessário para assimilar uma informação, e o tempo para que ele veja com outros olhos seus produtos e serviços.

Sobre twitter, comunicação e Relações Públicas

Há alguns dias tenho ficado incomodado com a velocidade e o rumo com que vários assuntos têm tomado nas redes sociais. Vou falar especificamente do twitter, plataforma cuja qual dedico maior tempo do meu dia, principalmente por ser uma de minhas ferramentas de trabalho.

O fenômeno das últimas semanas tem sido os vlogs – uma junção de vídeo e blog que faz com que qualquer pessoa e sua web cam “transformem” o cotidiano e o foco de qualquer discussão que possa estar acontecendo no twitter.

Em meio a vários acontecimentos do caso Bruno, o início das campanhas e sabatinas das eleições 2010, às férias escolares e à morte de um filho de uma famosa atriz – um jovem chamado Felipe Neto(@felipeneto) tem causado a ira de vários adolescentes que não concordam com a maneira de pensar (ou talvez seja um parecer pensar) do vloger.

Muitas pessoas discutem a questão da inclusão digital, nas universidades este é um assunto muito falado em sala de aula, em trabalhos e em conversas informais entre os estudantes; mas acredito que estes avanços nos estudos não acompanham a velocidade dos acontecimentos e as conseqüências que estes possam ter para o meio comunicacional, e por que não à esfera offline que também recebe essas notícias.

Em um período de um dia milhares de vídeos-respostas a este Felipe Neto aparecem através de seus protagonistas, para que reine a sensação de que serão ouvidos, justos e leais a seus ideais, fontes inspiradoras e “exemplos” de estilos de vida.

Acho que o mais preocupante é que talvez este espaço que esteja sendo muito utilizado para defender um ou outro artista, esta ou aquela banda, este ou aquele filme – poderia ser utilizado para outros fins e causas. Sei que a era do conteúdo que vivemos atualmente, talvez seja o “start” para uma conscientização futura destes jovens da melhor utilização destes meios de comunicação e disseminação de idéias.

Prefiro acreditar nisso, a ter que pensar que estes jovens realmente buscam nessas causas a “tampa para a sua panela” que nunca encontrou dentro de casa, em leitura de clássicos ou em experiências trocadas com avós, amigos, vizinhos, professores e colegas de vida.

É triste ver o rumo que essa falsa “democracia online” vem tomando. É preocupante para nós, estudantes e profissionais de comunicação, imaginar que nosso público alvo pode ser tão engajado e influente – mas ao mesmo tempo, carentes de uma causa maior, ou de um espírito de coletividade que os una para um bem em comum.

Sempre acreditei que a chamada “massa” era repleta de individualidades, e acho que a comunicação e estratégias de Relações Públicas, entenderam que o foco e a personalização de projetos e produtos fosse o caminho certo para uma comunicação mais eficiente e com mais resultados. O que estamos vendo, é que dentro dessas individualidades, temos um ponto cego pronto para emergir – e não sabemos como agir pelo fato de nunca termos passado por experiências semelhantes antes.

Eis o desafio: como agir com um futuro que emerge diante de nossos olhos, sem fazer o “download” de outras experiências e ocasiões? Como lidar com estes fenômenos comunicacionais e pessoas que “recheiam” nossas telas diariamente e criar soluções inteligentes para que as organizações e seus produtos estejam inseridos neste contexto também?

É hora de pensar, hora de produzir, hora de disseminar, hora de colocar em prática novamente as Relações Públicas – as verdadeiras – e não a que imaginamos ser, ou queremos que seja através de personagens fictícios da dramaturgia. Você é RP – quando tomarmos consciência do “eu” que está inserido nesta categoria RP, a coletividade ficará mais saudável e apta a ser uma “unidade com uma vasta diversidade”.

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Projetos de alunos de Relações Públicas movimentam Bauru

Fazendo parte da disciplina Técnicas de Relações Públicas, os alunos do segundo ano do curso de Relações Públicas da UNESP/Bauru movimentam este fim de primeiro semestre na cidade de Bauru e na comunidade acadêmica.

A disciplina tem como objetivo colocar em prática as diferentes vertentes de atuação em eventos que o profissional de Relações Públicas pode atuar – a atividade é proposta no início das aulas e os alunos tem o prazo de 6 meses para planejar, obter patrocínios, divulgarem e colocar o evento em prática. No final, os alunos são avaliados conforme os resultados e todo o processo de planejamento do evento, pela professora da disciplina.

Muitos eventos de sucesso já saíram desta atividade, e outros levaram a experiência de gestão de crises para os organizadores (meu caso). Shows das bandas Teatro Mágico e Mundo Livre S.A já foram organizados pelos alunos em anos passados, e a repercussão na cidade foi além do esperado.

Este ano, pode-se notar um número de grande de eventos com causas sociais que estão sendo colocados em prática. Vou dar alguns exemplos – claro que não conseguirei abarcar todos eles aqui – mas que podem representar muito bem o quanto esta atividade é de suma importância para o aprendizado do aluno e os benefícios à comunidade que estes eventos podem levar.

O grupo M6 Produções, criado por 6 alunas está organizando o projeto Ponto de Partida que além de todas as atividades já colocadas em prática, finalizará o projeto com um grande arraiá solidário em um bairro da cidade. Veja mais informações em (http://www.m6producoes.blogspot.com/).

Com enfoque na desmistificação do tema Produção Cultural, o grupo Comunicultura, levará a produção cultural de alunos da própria universidade para mais perto da comunidade acadêmica através de exposições, música e uma mesa-redonda sobre o tema. Para mais informações clique aqui.

Não menos importante, um dos grupos da sala do segundo ano ficou responsável por organizar a IX Semana de Relações Públicas, que troxe este ano o enfoque no tema da comunicação pública e marketing político – foram 3 dias de evento para que a comunidade acadêmica pudesse absorver conhecimento e aprender um pouco mais com os palestrantes convidados. Veja a cobertura completa da IX Semana de RP no site: http://www.faac.unesp.br

Com o intuito de proporcionar intervenções artísticas nos pontos mais movimentados e inusitados da cidade, um dos grupos organizará o RespirARTE. Música, poesia, teatro, dança e até mágica serão levados para a população com o intuito de surpreendê-las – “A intenção é fazer com q a arte se manifeste como parte do cotidiano das pessoas q estiverem naquele determinado local” diz Matheus, um dos integrantes da organização.

Mini cursos de comunicação também foram proporcionados por um grupo de alunos no último mês. Cultura organizacional, marketing pessoal, expressão corporal, entre outros foram os temas dos mini cursos que obtiveram presença massiva dos alunos de comunicação da UNESP. Com um preço acessível e simbólico, alguns temas que não são abordados em sala de aula puderam ser discutidos nas 5 tardes que o evento aconteceu.

Enfatizo também, que um dos eventos organizados pelos alunos que atualmente estão no terceiro ano do curso, está concorrendo ao INTERCOM nacional. Com um projeto de revitalização de um espaço público em um bairro carente de Bauru, os alunos conseguiram em algumas semanas levar alegria e a esperança de um novo local para a prática do esporte, dança e atividades culturais. Visite o blog do Grupo AGR .

Infelizmente fica impossível colocar todos os eventos do pessoal deste ano (são 50 alunos), mas deixo aqui meus parabéns pela força e pelo entusiasmo em fazer cada um dar certo e principalmente, colocar em prática o EVENTO – que sempre é motivo de tanta discussão no âmbito profissional e acadêmico, mas que poucos conseguem planejá-lo e executá-lo com excelência.

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Relações Públicas: Criadores de uma nova realidade

Penso a comunicação em si como algo transformador. Uma atividade que realmente possa mudar a vida das pessoas, das instituições e de cenários que possam ser considerados perdidos. E os comunicadores? Transformam sua realidade? Fazem com que novos paradigmas sejam debatidos e criam novas oportunidades de ação e de experiências?

Muito me chama a atenção a similaridade de “cases”que venho vendo ultimamente. As ações cada dia mais vem se aproximando de um padrão, com as mesmas plataformas oferecidas, com os mesmos pacotes de solução e consequentemente com o mesmo “buzz”gerado.

Será que não estamos olhando muito para experiências passadas, espelhando-nos em biografias de sucesso de alguns líderes e “cases” exemplares de outras organizações? Porque não criamos novos conceitos? Novas realidades? Novos caminhos?

Para quem está antenado na Teoria do U, de Otto Scharmer (que aliás, tem muito a ver com a Teoria do Caos, e com a fenomenologia), o estado de percepção e a atenção dada a determinado assunto é essencial para se medir o futuro desta decisão. É preciso pararmos de fazer o “download”de experiências que já aconteceram, e chegar a um “ponto cego”onde possamos criar novas possibilidades de ação em um momento de reflexão e de profunda criatividade.

Ser líder, mediar projetos e trabalhar com comunicação é estar aberto a novos caminhos, a novos sentimentos e a novas realidades. Não estou defendendo a idéia de não se levar em consideração as experiências já obtidas e com sucesso… Mas enquanto nos enquadrarmos nelas, e em métodos de trabalho já muito trabalhados, a comunicação ficará estagnada ao ponto onde ela está.

As novas mídias e mídias alternativas trouxeram um fôlego a mais para as novas formas de divulgação e ação, porém já estamos em um patamar onde a equidade de campanhas está explícita até ao olhar dos leigos.

É hora de criar novos cenários, estudar novos caminhos e alimentarmo-nos de um repertório diferencial que nos dará apoio para novas criações e experiências. Pensar no U (com mente aberta, coração aberto e vontade aberta a novas oportunidades), fazendo desse método, um exercício diário para que ele se torne cada dia mais imperceptível no dia-a-dia, mas que nos ensine a buscar nosso caminho – novo, exemplar e de muita criatividade.

Vamos ser profissionais do futuro – os criadores de uma nova realidade!

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